“Ide e buscai a verdade, o caminho, a vida e a luz”. (Espiritualidade amiga, FELLUZ/2004)
 
 

1º SEMINÁRIO PARA JOVENS E ADOLESCENTES FELLUZ
O que afasta nossos adolescentes da Seara Espírita? Quais os motivos? O que eles gostariam de encontrar? O que podemos fazer para resolver tal situação?

Como proposto (veja neste link) foi realizado no dia 08/03/2009, na sede da Felluz, nosso primeiro seminário para jovens e adolescentes. Este evento contou com a participação de trabalhadores da casa, preocupados em atender as diversas demandas específicas desse público e de onze jovens com faixa etária que variava de 10 a 20 anos.

A realização deste trabalho, teve como meta inicial identificar o que afasta e o que mantêm o jovem na casa de oração.

Várias questões foram debatidas entre os jovens, em um ambiente dinâmico onde todas as opiniões foram respeitadas, buscando sempre o consenso da maioria. Foram lançadas várias frases para os debates, podendo ser verdadeiras ou falsas.

Segue abaixo algumas das frases e um resumo das conclusões acerca das mesmas:

O jovem é naturalmente indisciplinado e não aceita regras.
“ Não ele apenas tem um modo diferente de ver o mundo, e espera que as pessoas o respeitem.                   

O jovem é obrigado a freqüentar a casa de oração.
“Não, ele tem o direito de escolha.”

Participar de uma casa de oração, ajuda a livrar o jovem das drogas e de vários problemas comuns da idade.
“Pode ajudar mostrando caminhos e opiniões diferentes”.

O jovem deve seguir a risca, todo ensinamento aprendido na casa de oração.
“Nem tudo pode ser seguido como imposto.”

Drogas, sexo, aborto, são assuntos que não devem ser discutidos em uma casa de oração.
“Depende do público que freqüenta a casa de oração, mas são temas excelentes e nos ajudam a compreendê-los melhor.”

A família deve participar das atividades desenvolvidas pelo grupo de jovens.
“Sim, isso ajuda mais com os nossos problemas.”

Faz parte do desenvolvimento do jovem a formação religiosa.
“Sim, porque ajuda na convivência”.

Tarefas sociais, como visita a hospitais e asilos, é algo que deve ser desenvolvido no grupo de jovens.
“Sim porque você ajuda ao próximo”.

O jovem não tem paciência para assistir a palestras ou cultos religiosos.
“Não, porque cada um faz o que quer, e preferimos situações ou palestras mais dinâmicas e dentro de nossa linguagem”

Essa e outras questões foram debatidas e esclarecidas aos jovens, no sentido de contribuir e facilitar sua formação.

No final do seminário concluímos que:

Os jovens reinvidicam respeito pelas suas opiniões, se sentem muitas vezes desrespeitados e incompreendidos.        

Apreciam o encontro para realização de tarefas entre eles, ou sociais, como visitas a instituições.

Admitem que a formação religiosa influencia em suas decisões e escolhas contribuindo para formação de um adulto melhor.

Reconhecem que precisam da participação da família e dos adultos para orientar e conduzir as questões relativas a seu desenvolvimento, apesar de, as vezes se rebelarem, muitas vezes por necessidade de auto afirmação.

É necessário observar a necessidade do grupo como um todo, visando seu crescimento e amadurecimento saudável, conduzindo o jovem ainda impetuoso e confuso, porém com grande potencial criativo, a um conduta produtiva equilibrada, que lhe proporcionará elevada auto-estima e bem estar no meio em que vive.

O trabalho social, parece surtir efeito de grande satisfação ao jovem, que sente aumentar sua importância e atua sobre seu desejo de auto afirmação, na medida que é autor de algum beneficio ao seu semelhante. 

Agora, o mais importante: programar novos eventos e, literalmente, colocar a mão na massa!

Abraços a todos.

Equipe FELLUZ.

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